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Lula dá aval para a ajuda ao agronegócio
Banco do Brasil, que tem tradição no crédito ao setor, deve ser gestor de novo fundo; PIB agrícola recuou 2,26% com a crise
O governo federal prepara a criação de um fundo garantidor para o agronegócio, a exemplo de medida adotada recentemente para estimular o crédito a micro e pequenas empresas.
A ideia é que o Banco do Brasil, que tem tradição na concessão de crédito rural, seja o gestor do fundo. O valor, ainda em estudo, oscila entre R$ 7 bilhões e R$ 10 bilhões.
Os ruralistas alegam que a crise internacional e as dívidas agrícolas acumuladas nos últimos anos frearam novos empréstimos bancários. Assim, o fundo entraria como uma espécie de avalista para os produtores endividados.
A proposta surgiu após pleito da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) a ministros da área econômica. Presidente da CNA, a senadora oposicionista Kátia Abreu (DEM-TO) apresentou a proposta aos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Paulo Bernardo, e ao presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. A senadora tem boa relação com o comandante do BC.
O governo ficou preocupado com a queda do PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio no primeiro trimestre deste ano. Houve redução de 0,5% em relação ao mesmo período de 2008 -nessa mesma comparação, o PIB geral recuou 1,8%. Desde o início da crise, em outubro de 2008 (quando a quebra do banco americano Lehman Brothers congelou o mercado de crédito no mundo todo), o setor do agronegócio acumula perda de 2,26%.
Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO |
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Novas regras simplificam acesso de agricultores ao Pronaf
Agricultores familiares de todo o País passam a contar, a partir de 1º de julho, com a simplificação das normas para a obtenção de crédito rural do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A solicitação do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) junto ao Conselho Monetário Nacional (CMN) foi resultado das demandas de movimentos sociais dos agricultores familiares, de extensionistas rurais e dos agentes financeiros em tornar as normas mais simples.
“A simplificação do Pronaf atende as expectativas dos agricultores familiares e promoverá maior produção no meio rural brasileiro. Os juros ficam mais baixos e os limites de crédito, ampliados. Com isto, os agricultores terão um crédito mais ágil, moderno e adequado às suas necessidades”, destaca o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. |
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| Veja a documentação necessária para se tornar nosso associado |
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- Estabelecer instrumentos que possibilitem o acesso ao crédito e a outros produtos financeiros pelos associados.
- Despertar no associado o sentido de poupança.
- Conceder empréstimos a juros abaixo do mercado.
- Promover maior integração entre os empregados de uma mesma empresa, entre profissionais de uma mesma categoria e entre micro e pequenos empresários, desenvolvendo espírito de grupo, solidariedade e ajuda mútua.
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- A cooperativa pode ser dirigida e controlada pelos próprios associados. O associado pode participar do planejamento da cooperativa.
- Retenção e aplicação dos recursos de poupança e renda no próprio município, contribuindo com o desenvolvimento local.
- Acesso de pequenos empreendedores ao crédito, poupança e outros serviços bancários. As operações bancárias de pequeno porte podem constituir-se como objeto das cooperativas de crédito, enquanto que, nos bancos convencionais, não estão entre seus principais objetivos.
- Menor custo operacional em relação aos bancos.
- Crédito imediato e adequado às condições dos associados (valor, carência, amortização etc.).
- Atendimento personalizado.
- Facilidade na abertura de contas.
- Oportunidade de maior rendimento nas aplicações financeiras.
- Possibilidade dos associados se beneficiarem da distribuição de sobras ou excedentes. No caso dos bancos, por exemplo, esses excedentes vão para seus acionistas como lucro.
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